O futuro do bem-estar

São muitas as dicas e receitas de saúde que circulam por aí. Dos artigos científicos às pesquisas; das práticas caseiras e leigas, a saúde, a longevidade e o bem-estar estão “na boca do povo”.

Muitas são as perguntas que surgem quando se trata do futuro. Haverá recurso natural para todo mundo? Como serão os níveis de poluição? Os relacionamentos serão cada vez mais virtuais? Todas essas questões inevitavelmente têm influência sobre a saúde e o bem-estar das populações desde já.

A resposta para tais inquietações é multifatorial. Há muitas coisas para serem trabalhadas a fim de que o futuro seja confortável, mas de acordo com a pesquisa global de bem-estar, publicada este ano na revista Nature Communications, algo já é sabido: a resposta não está na economia.

Apesar dos aspectos econômicos serem importantes para uma existência digna e para a redução da desigualdade social, o futuro do bem-estar estará mais ligado a questões não materiais, como apoio social, liberdade, justiça, etc.

A projeção da felicidade para as próximas décadas, chegando a 2050 aponta que “os maiores benefícios a serem potencialmente feitos, bem como as armadilhas mais perigosas a serem evitadas, residem no domínio do tecido social,” concluem os pesquisadores.

Isso significa que as políticas não devem pensar em bem-estar apenas conforme os indicativos econômicos. “Se o bem-estar humano é o principal objetivo dos governos, seus recursos seriam mais bem gastos com base no que realmente importa para a experiência humana”, aposta o pesquisador Christopher Leigh.

No futuro, o cenário da felicidade ainda aparece ao lado de pessoas e de relacionamentos saudáveis.

Deixe uma resposta