domingo, 18 abril

Uma das grandes esperanças de nos livrarmos desta pandemia reside na vacinação em massa. Mas as vacinas são realmente seguras? Michelson Borges

 

O que todos estávamos esperando, finalmente aconteceu: temos vacinas contra a Covid-19! Mas, ao mesmo tempo em que uma onda de alívio e esperança varre o mundo, uma enxurrada de desinformação inunda as redes sociais, trazendo dúvida e – pior – medo com relação às novas vacinas. Ficarei doente se tomar alguma delas? Terei meu DNA alterado? Efeitos colaterais poderão me levar à morte?

Para esclarecer essas e outras dúvidas, Vida e Saúde reuniu um time de cinco médicos experientes (já vacinados): doutores Alexandre Rocha (medicina da família e nutrologia), Dorival Duarte (infectologia e clínica médica), Everton Padilha Gomes (medicina intensiva e cardiologia), Ivan Stabnov (gastroenterologia e endoscopia digestiva) e Marcelo Niek Leal (medicina preventiva e diagnóstico por imagem). Com exceção dos doutores Alexandre e Dorival, os outros tiveram Covid. O Dr. Marcello ficou 30 dias internado, sendo 20 na UTI e 11 intubado.

Eles foram submetidos a uma saraivada de perguntas e aqui está o resultado:

O que são vacinas e como elas funcionam?

De acordo com uma nota de esclarecimento do Conselho Federal de Medicina, vacinas são produtos biológicos que funcionam com base num con

ceito simples e bem estabelecido: mimetizar a reação imune fisiológica, oferecendo ao sistema imunológico humano a provocação necessária para que se desenvolva a imunidade sem que a pessoa tenha que se expor aos riscos da infecção natural.

Vários métodos são usados para desenvolver novas vacinas. Conforme o método utilizado, as vacinas são divididas em três gerações tecnológicas que se fundamentam (1) na presença do agente infeccioso inteiro na forma inativada/atenuada; (2) em partes ou proteínas do agente infeccioso especialmente imunogênicas; e (3) em sequências de genes do agente infeccioso de interesse.

As vacinas para Covid são diferentes das vacinas conhecidas?

No combate ao coronavírus da atual pandemia foram desenvolvidos três tipos de vacinas. A primeira delas tem por base a tecnologia já sedimentada e em uso atualmente. São as vacinas de vírus inativado. É o tipo de vacina mais segura e com menores efeitos colaterais por se tratar de tecnologia já dominada. Seu representante no Brasil é a Coronavac, que em testes recentes ultrapassou os 50% de eficácia.

Em termos de desenvolvimento, as vacinas contra a Covid-19 são semelhantes a outras vacinas conhecidas, exceto as genéticas de mRNA, que são a grande novidade. Essa nova tecnologia não havia fornecido antes nenhuma vacina para uso clínico, e representa, assim, a grande diferença em relação às demais vacinas existentes e em uso.

Existe alguma vantagem de o Brasil estar trabalhando com Oxford?

A vantagem é que parte do estudo foi realizada no Brasil, por instituições conhecidas e por profissionais de saúde também conhecidos. Isso nos dá mais segurança quanto à origem do produto. Mas, por se tratar de uma tecnologia nova, ainda é preciso haver mais pesquisa.

O Brasil, por ser o sexto país mais populoso do mundo, se oferece como um campo de pesquisa e um grande mercado em potencial. Desde logo, para a população brasileira, a participação nacional no estudo de eficácia da vacina da Oxford/AstraZeneca e a participação da Fiocruz no estudo fizeram com que fosse garantida ao Brasil a entrega de 210 milhões de doses durante o ano de 2021.

A Índia também está produzindo esse tipo de vacina.

Qual tipo de vacina é o mais seguro?

Segurança significa tolerância aos efeitos colaterais da administração da vacina, ou seja, considera-se mais segura a vacina que apresenta efeitos colaterais menos relevantes para os pacientes. Assim, as mais seguras, em princípio, são as de primeira e segunda geração, porque são vacinas cujos mecanismos são mais conhecidos e já foram usadas em larga escala clinicamente. As de terceira geração, com biotecnologia genética, ainda não foram testadas em larga escala em seres humanos, embora, em teoria, pareçam muito seguras.

O fato é que nenhuma vacina nem medicamento oral ou injetável é isento de efeitos secundários. Mas podemos afirmar que as vacinas são seguras. Claro que algum efeito indesejado extremamente incomum poderá ser evidenciado com a aplicação em milhões de pessoas, mas isso não quer dizer que a vacina não seja segura.

Há quem pense que a vacina biotecnológica possa causar modificações no DNA. Isso é possível?

Estudos mostram que há grande potencial de essas serem vacinas com efeitos colaterais de menor importância, sem alterar o material genético do receptor. O mRNA não afeta absolutamente o material genético da célula (DNA), pois não penetra o núcleo da célula. Mas é bom sempre lembrar que não existe experiência clínica suficiente nem experiência em larga escala com esse tipo de vacina em seres humanos. No entanto, o uso delas tem por base estudos de bioengenharia realizados há algumas décadas em várias aplicações.

Uma dose já é suficiente? Há rumores de dose e meia ou duas doses…

As vacinas liberadas para uso até o momento são administradas em duas doses dentro de três a quatro semanas. A confusão quanto à meia dose veio do estudo da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca, na qual, por um equívoco, uma parte dos estudados recebeu inicialmente metade da dose programada. O interessante é que esses tiveram melhor resposta na geração de anticorpos que os que receberam as duas doses plenas. Isso levou a um resultado inesperadamente positivo, uma vez que, ao ser utilizada uma dose menor de vacina, permite-se que maior número de pessoas possa recebê-la. Mas o paciente final deverá receber a dose preconizada pelas agências regulatórias, quando da aprovação para uso emergencial ou definitivo da vacina.

As vacinas cobrem as mutações?

Até a data de fechamento desta edição, não havia mutações que tivessem modificado a estrutura do vírus a ponto de impedir uma vacinação eficaz. Os cientistas estudam se as mutações – que ocorrem uma a duas a cada mês – tornam o vírus mais agressivo ou com capacidade de maior disseminação, o que ainda não foi comprovado.

Mas, como estamos diante de um novo vírus infectando seres humanos, o futuro responderá se necessitaremos de modificações na vacina, a exemplo do que frequentemente ocorre com a vacina do vírus Influenza.

Terei que tomar essa vacina todos os anos?

Embora tenhamos dados positivos sobre as vacinas, algumas alcançando eficácia acima de 95%, não possuímos uma estimativa completa sobre quanto tempo vai durar essa resposta imune induzida.
Temos ainda uma observação crescente sobre mutações e variantes do vírus. Ainda não está determinado, mas é possível que, assim como existe a vacina da gripe anual que agrega resposta imune aos tipos mais frequentes de cepas do vírus no ano anterior, isso também possa ocorrer com o Coronavírus.

Crianças e mulheres grávidas ou amamentando devem ser vacinadas?

Até o momento não existe nenhuma contraindicação para a vacinação desse grupo de pessoas, conforme observado nos estudos de fase três. Os estudos de fase quatro começam após as vacinações terem sido feitas, e nesse período haverá mais respostas para essa pergunta.

Já com respeito à vacina da Pfizer/Biontech, a bula recomenda que pessoas menores de 16 anos, juntamente com mulheres grávidas e amamentando, não deverão receber a vacina, a menos que estejam no grupo prioritário para recebimento. Não há dados da segurança da vacina nessas populações. No entanto, essas pessoas poderão estar em segurança uma vez que se alcance a imunidade coletiva ou de rebanho, pela imunização dos outros grupos para os quais a vacina estaria indicada.

Vale mencionar que o Colégio Americano de Ginecologistas e Obstetras não se opõe à vacinação de gestantes que atendam aos critérios de vacinação com base nos grupos de prioridade recomendados pelo Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP) dos Estados Unidos, pois, embora os dados de segurança sobre o uso de vacinas contra a Covid-19 na gravidez não estejam disponíveis ainda, também não há dados que indiquem que as vacinas devam ser contraindicadas.

Quais são os riscos reais envolvidos no uso dessas vacinas?

Os riscos citados são normalmente desconforto no local da injeção, com pouca vermelhidão. Muito raramente foram reportadas para vacinas de formulação mais recente reações autoimunes exageradas que necessitassem do uso de medicações de emergência. Foram reportados casos de reação alérgica grave, chamada anafilaxia, com as vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna. A causa está sob investigação e pode estar relacionada ao polietilenoglicol, substância plástica essencial na proteção das nanopartículas carreadoras do mRNA.* Até o momento do fechamento desta edição, de mais de 100 milhões de vacinas administradas, algumas centenas apresentaram reação imunológica imediata e algumas pessoas foram investigadas por causa de uma possível complicação grave causada pela vacina. No total, um percentual de complicações baixíssimo.(Para mais informações: https://bityli.com/5F4ip)

Pessoas com doenças autoimunes ou alergias devem ser vacinadas? Há outras contraindicações?

A princípio, as contraindicações são as conhecidas. Se a pessoa tem hipersensibilidade conhecida a algum dos componentes da vacina, não deve usá-la. Pessoas com deficiência imune (seja por enfermidade ou tratamento, ou ainda outra condição) não deveriam usar vacinas de vírus atenuados. Doenças febris agudas e intensas também forçam a postergação da vacina, já que a febre por outra causa tende a diminuir a chance de imunidade eficaz contra uma vacina. Febre baixa e doenças leves não necessariamente deveriam causar retardo na vacinação.

A tecnologia envolvida na vacina de mRNA é estudada há cerca de 20 anos, e embora seja promissora e considerada segura, não há como garantir isenção de reações adversas severas/graves quando a aplicação ultrapassar milhões de doses, já que algumas reações são muito raras. Historicamente, os riscos das vacinas são aceitáveis frente aos riscos das enfermidades que elas visam a combater. Não há, porém, como garantir isso para o futuro, já que não sabemos o que acontecerá.

Quanto à vacina da Oxford/AstraZeneca, que utiliza um vírus como “seringa” para injetar material genético dentro da célula, o vírus precisa estar ativo. Embora seja um vírus sem capacidade de replicação, isso adiciona camadas de segurança que precisam ser respeitadas na fabricação. A bula do fabricante não faz ressalva quanto à utilização em imunossuprimidos, posicionando apenas falta de conhecimento quanto à capacidade de imunização eficaz nesses casos.

Qual é a chance de imunização a partir da vacinação?

A vacina é desenhada para produzir uma resposta imunológica eficaz do organismo. Isso significa que, assim como um cartaz de “procura-se”, de um bandido conhecido, ela apresenta uma partícula ou porção desse vírus ao sistema de defesa para que ele possa fazer uma reação direcionada. As vacinas de primeira geração, como a da Sinovac, apresentaram em estudos uma resposta acima de 50% na prevenção de casos, com nenhum caso moderado ou grave e nenhum óbito. Vacinas de geração mais atual chegam a ter respostas acima de 90% de eficácia em evitar que pessoas desenvolvam o vírus.

Depois de vacinada, quanto tempo demora para a pessoa ficar imune?

Normalmente, depois da primeira dose da vacina, até 14 dias, as respostas de imunização estão em torno de 50-60%. Após a segunda dose, entre 21 e 28 dias, as respostas de imunidade se aproximam daquelas que já foram divulgadas como o alvo da vacina.

Se a pessoa já teve Covid, ela precisa ser vacinada?

Não sabemos por quanto tempo a imunidade permanece ativa. Já estamos observando vários casos de aparente reinfecção, que podem ser devidos à perda de imunidade com o tempo, mutação viral ou insuficiência de produção de anticorpos. Portanto, a recomendação atual é de vacinação para todos.

Com base no que se conhece de infecções por outros Coronavírus, como os produtores da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e da Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), o nível de anticorpos declina nos meses subsequentes.

Então por quantotempo a pessoa ficará imune?

Essa é uma pergunta ainda sem resposta clara. Precisaremos acompanhar os desdobramentos antes de chegar a conclusões. Mas algumas coisas parecem estar se desenhando… A imunidade conferida pela doença em si não parece ser permanente. A isso se soma o fato de o vírus passar por mutações frequentes. Portanto, não será surpresa se houver uma vacina anual contra a Covid-19, à semelhança da vacina contra a gripe já praticada regularmente.

Após a vacinação, será ainda necessário usar máscara e tomar outros cuidados?

Entre o momento em que se é vacinado e a imunidade haverá um período necessário para que isso ocorra, que deve ser entre 30 e 45 dias. A maioria das vacinas precisará de duas doses para levar a pessoa a atingir a imunidade. Além desses pontos, algumas pessoas não conseguirão a imunidade, mesmo tendo sido vacinadas. Portanto, o uso da máscara e os cuidados devem permanecer, principalmente no início da vacinação, até que a maior parte da população seja vacinada.

Haverá algum certificado de imunidade?

Vários governos estão estabelecendo “passaportes” vacinais, em que a carteira vacinal contra o Coronavírus seria utilizada especialmente em voos. Outras medidas também estão sendo estudadas. É importante dizer que esse certificado de vacina é diferente de um exame de sangue que mostra que a pessoa possui imunidade ativa.  Nesse caso, a pessoa teria que fazer um exame sorológico para saber se desenvolveu mesmo resposta positiva à vacina.

Qual é a vantagem para o avanço das vacinas a partir desta vacina?

O estudo das novas tecnologias, agora direcionadas ao esforço de imunização, começou motorizado pela busca da cura do câncer e de doenças genéticas. Ainda que pouco avanço nesse sentido tenha sido obtido até agora, o estudo de outras aplicações pode facilitar e ampliar o entendimento e o domínio da tecnologia.

O retrovisor da história nos mostra que catástrofes e guerras impulsionam grandes avanços. O que a ciência de fronteiras de conhecimento fez ao longo de 2020, num inimaginável desenvolvimento recorde de vacinas, permite-nos seguramente dizer que numa eventual situação similar, num futuro próximo, a resposta na produção de vacinas será tão ou mais robusta que a presenciada em 2021, trazendo em tempo recorde soluções para problemas que no passado demorariam anos e anos.

Há muitas informações e desinformações circulando nas redes sociais. Como lidar com isso?

Em plena terceira década do século 21, temos severos problemas com desinformação. A democratização do conhecimento proporcionada pela liberdade de acesso à informação via internet traz enormes benefícios. Mas em sua esteira traz também a proliferação das informações deliberada ou ignorantemente falsas. Seja nos grupos das mídias sociais, seja via e-mail, é muito fácil tropeçar em algum factoide ou alguma ideia forçadamente exagerada. Frequentemente, há uma desconexão da realidade.

Por outro lado, muitas vezes é inviável checar a veracidade de tudo o que se recebe, já que somos bombardeados diversas vezes ao dia com notificações de mensagem, de lives, de publicações, etc. A checagem das fontes queembasem ou refutem determinada afirmação pode ser muito trabalhosa. Mas seguramente é muito melhor que divulgar algo falacioso. Se a informação é confiável, divulgue. Se parece milagrosa demais, é porque provavelmente seja ilusão mesmo. A caça por likes e compartilhamentos tem provocado a adoção de condutas desde questionáveis a reprováveis. Semelhantemente, meios de comunicação podem torcer fatos ou enfatizar coisas insignificantes, enquanto omitem outras muito relevantes com a finalidade de caçar cliques. Infelizmente, essa prática extrapolou as fronteiras da rede e invadiu mídias mais tradicionais, como a impressa e a televisiva. Uma leitura crítica e criteriosa nunca foi tão necessária.

A verdadeira e boa pesquisa científica elabora pressupostos com base em observações. Testa suas hipóteses, tem resultados semelhantes encontrados por grupos diferentes, dá espaço ao contraditório, e por aí vai. Enfim, em nada se assemelha às seitas pseudocientíficas que se veem por aí, defendendo com afinco uma ou outra coisa, polarizando e politizando até substâncias (algo provavelmente inédito na história). A verdadeira e boa pesquisa científica parte das hipóteses, testa e elabora teses. É confrontada com as antíteses e, finalmente, encontra a síntese. Geralmente, leva tempo para amadurecer e refinar os entendimentos. O conhecimento em que nos apoiamos hoje foi construído em milênios. O imediatismo da nossa era tende a nos prejudicar, exigindo que etapas sejam negligenciadas no processo.

Sumarizando, não acredite em tudo o que vê e ouve, mas busque a verdade e viva como alguém crível. Assim, com equilíbrio não apenas no discurso, mas em sua maneira de viver, seu testemunho terá mais chances de ser bem recebido. Apenas a verdade merece ser semeada.

Enquanto as vacinas não vêm, o que podemos/devemos fazer para nos proteger contra o vírus e/ou resistir melhor à doença?

Viver bem sempre foi o melhor remédio. Não parece que a pandemia atual tenha mudado o entendimento disso. Ao contrário, parece confirmar essa perspectiva. Há indícios de que hábitos de vida saudável confiram não apenas proteção contra a doença, mas também menos gravidade na inflamação resultante da Covid-19. E não é necessário reinventar a pólvora. Esses hábitos ou práticas já são abordados nesta revista desde seu primeiro número, há mais de 80 anos. As sugestões apresentadas aqui são apenas um guia inicial e estão longe de ser a última palavra em prevenção.

Atividade física é fundamental para manutenção de boa saúde. Boa saúde requer boa circulação, e ser ativo favorece muito essa função fisiológica. Evidentemente, os benefícios dessa prática não param aqui. A atividade muscular libera centenas de substâncias para o organismo, com funções desde analgesia a “antidepressivos”. Ocorre ainda grande ganho em funções mentais como memória e foco. De quebra, ainda há ganho na atividade imunológica.

Boa circulação também depende de hidratação adequada. Água pura é essencial para a boa saúde. Lembre-se de que nossa imunidade depende muito de como o sangue circula. Além disso, mucosas bem hidratadas conseguem nos defender melhor.

Boa nutrição inclui ingestão adequada de minerais como zinco, por exemplo. Ele tem papel central na imunidade, desde a saúde da pele (barreira natural) até diversas ações enzimáticas e atividade de células natural killers e neutrófilos. Não se esqueça de incluir feijões, nozes e cereais integrais no seu dia a dia. A vitamina C, ou ácido ascórbico, é velha conhecida e aliada da boa imunidade. Cítricos, acerola, goiaba, pimentão e brócolis estão entre as melhores fontes dessa poderosa aliada.

Níveis adequados de vitamina D, que é mais considerada como hormônio, também são eficazes nesse caso. Exposição saudável ao sol é a chave.

Equilíbrio nos hábitos de vida é fundamental. Passe longe das coisas que lhe fazem mal e use as saudáveis com sabedoria. Estar em paz e emocionalmente estável ajuda poderosamente na regulação endócrina. Cultive o hábito de buscar a paz, a completude. A mente permanentemente insatisfeita é uma armadilha que pode desencadear diversas enfermidades.

Michelson Borges
Jornalista, pós-graduado em Biologia Molecular e editor da revista Vida e Saúde

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