Sem tabaco é melhor

 

31 de maio é o dia mundial do combate ao tabaco. Ações no Brasil e no mundo buscam sensibilizar a sociedade quanto à importância do engajamento contra o consumo de cigarros e de outras substâncias que podem acabar com a saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, o tabagismo é, reconhecidamente, uma doença crônica — resultante da dependência à nicotina, que é droga —, e um fator de risco para cerca de 50 doenças, dentre elas, câncer, DPOC e doenças cardiovasculares.  Além disso, o tabagismo também é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras.

No Brasil, estima-se que atualmente cerca de 10% da população adulta é fumante, o que corresponde a 25 milhões de pessoas. Apesar do número ainda ser muito alto, ele é bem menor do que os 35% da população brasileira fumante na década de 80, por exemplo.

Medidas antitabagistas como a proibição da propaganda, o aumento do preço do cigarro e a melhoria no acesso de fumantes ao tratamento na rede pública têm apresentado bons resultados em longo prazo.

 

Tabagismo no mundo

  • O tabagismo é considerado a principal causa de morte evitável em todo o mundo;
  • A Organização Mundial da Saúde estima que 1 bilhão e 200 milhões de pessoas sejam fumantes;
  • Os homens apresentam prevalências mais elevadas de fumantes do que as mulheres;
  • O total de mortes devido ao uso do tabaco atingiu a cifra de 4,9 milhões de mortes anuais;
  • Esse número aumentará para 10 milhões de mortes anuais por volta de 2030.

Tabagismo no Brasil

  • No Brasil, 200 mil mortes anuais são causadas pelo tabagismo;
  • Hoje, 14,7% da população brasileira com mais de 18 anos é fumante;
  • Os homens apresentaram prevalências mais elevadas de fumantes do que as mulheres;

A concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo.

 

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