terça-feira, 21 maio

Minhas filhas são princesas

Texto por: admin 10 novembro, 2017 Sem comentários

Pelo direito de educar nossos filhos

Uma conhecida empresa de cosméticos deu sua contribuição para a confusão que uma minoria quer impor à sociedade com respeito à sexualidade humana: veiculou uma propaganda em que afirma que as meninas não podem ser chamadas de princesas. Uma marca de sabão em pó também já havia embarcado nessa ao dizer que menina pode brincar como menino e menino como menina. A despeito dos órgãos sexuais, para eles, gênero é uma construção social, não algo biológico. Essas empresas, uma emissora de TV e um banco se deram mal. A sociedade reagiu, reclamou, cancelou contas, descurtiu. Não adianta querer impor a ideologia de gênero e a desconstrução da família tradicional como se fossem coisas aceitas por todos.

Não é preciso masculinizar as meninas para que elas sejam valorizadas pela força, pela inteligência ou pela coragem. Elas podem ser tudo isso sem perder suas características femininas dadas por Deus, afinal, a Bíblia diz que Deus criou homem e mulher. Está lá no Gênesis. É verdade que existe um pequeno percentual da população que sofre de problemas como disforia de gênero. Essas pessoas merecem respeito como quaisquer outras. Aliás, é bom que se diga que mesmo aqueles que decidem adotar o estilo de vida homossexual ou defender a ideologia de gênero igualmente merecem respeito, afinal, estão exercendo seu livre-arbítrio. Só que as pessoas que não concordam com essas ideologias também precisam ter respeitado seu direito de discordar. Discordância não é preconceito nem homofobia. Tolerância e respeito devem ser condutas de todos.

E que respeitem meu direito de chamar minha esposa e minhas filhas de princesas, porque é exatamente assim que as vejo. Minhas filhas foram criadas e educadas para ser princesas, sim. Afinal, elas são filhas do Rei do universo. Minha esposa e eu as criamos para ter pensamento crítico, para ser corajosas, fortes, independentes e inteligentes. Mas também as criamos para ser delicadas, femininas, educadas, sensíveis, protetoras, fiéis, pois essas são, igualmente, qualidades de uma verdadeira mulher.

Deus abençoe as princesas que são fortes o bastante para não se dobrar às imposições da mídia secularizada e pervertida. Deus abençoe as princesas que são fortes o bastante para ser elas mesmas diante de pessoas que querem manipular opiniões e dizer para elas o que elas devem ser, e não o que querem ser e o que foram criadas para ser. Deus abençoe as verdadeiras princesas. Não as estereotipadas dos desenhos animados e dos filmes, mas as filhas do Rei dos reis.

Michelson Borges é jornalista e editor de Vida e Saúde

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *